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quarta-feira, 30 de maio de 2012

5o Encontro da Rede de Estudos Rurais

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O 5o Encontro da Rede de Estudos Rurais será realizado no Campus da Universidade Federal do Pará, em Belém, de 03 a 06 de junho de 2012, dando sequencia à construção de uma associação que reune pesquisadores seniores e jovens estudiosos do meio rural brasileiro.
O tema geral do Encontro, Desenvolvimento, Ruralidades e ambientalização: atores e paradigmas em conflito, destaca as profundas alterações conceituais que vêm se acentuando e exigindo tratamento diferenciado no que diz respeito à relação entre ciência, sociedade e natureza. Desta vez o evento contará com 13 Grupos de Trabalhos, 7 mesas de debates e 2 conferências, envolvendo pesquisadores nacionais e internacionais.


Disponível em: http://rederural5.wordpress.com

terça-feira, 29 de maio de 2012

ONGs ambientais dizem que vetos ao Código Florestal anistiam desmatadores e abre brechas para crimes ambientais | Agência Brasil


28/05/2012 - 18h04


Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Para mais de 160 organizações da sociedade civil que integram o Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, a medida provisória e os vetos anunciados pelo governo federal ao Código Florestal mantém anistia aos desmatadores e abre brechas para novos crimes ambientais.
Durante uma coletiva realizada hoje (28), em Brasília, o assessor de políticas públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), André Lima, afirmou que a anistia de multas e de recomposição de áreas desmatadas está prevista em vários pontos do texto enviado pela presidenta Dilma Rousseff. O advogado, que integra o comitê, relacionou os artigos 4º, 6º , 11, 61, 63 e 67, que tratam de questões como as faixas de áreas úmidas na Amazônia, áreas de reserva legal em imóveis rurais e da recomposição de mata ciliar em margens de rios de acordo com o tamanho da propriedade rural.
“Mais grave que a anistia e a redução das áreas de proteção permanente (APPs), é a possibilidade de recomposição dessas APPs com espécies exóticas. Estamos falando de espécies que não compõem esses ecossistemas. Agora, basta plantar eucalipto e pinus que as APPs estarão recuperadas”, criticou Lima.
Para o advogado Raul Telles, coordenador adjunto do Instituto Socioambiental (ISA), que também representa o comitê, o Brasil está dando vários passos para trás. “É a primeira vez que permitem que essas áreas, fundamentais para a biodiversidade local, sejam recompostas com eucalipto ou outras plantas que não são nativas. Nem a bancada ruralista teve coragem de propor isso, mas a [presidenta] Dilma [Rousseff] fez”, disse.
Telles avaliou que o texto enviado pelo governo é pior do que o Código Florestal aprovado em 1965. “A lei era bem intencionada, mas carente de medidas de implementação. A lei de agora mantém essas carências, mas é mal intencionada”, disse. Segundo ele, já que o governo optou por não punir os desmatadores, deveria criar incentivos econômicos para estimular a recomposição de APPs.
Os representantes do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável afirmaram que o único ponto de avanço em relação à lei ambiental de 1965 foi a previsão do Cadastro Cmbiental Rural [CAR]. A proposta é registrar todos os imóveis rurais do país que serão monitorados por satélite para acompanhar a recuperação de áreas desmatadas e evitar novos desmatamentos.
“O CAR serviria para baratear e dar maior escala ao monitoramento dos imóveis, com georreferenciamento. Mas para que um cadastro, se praticamente ninguém vai precisar recuperar? O único avanço que poderíamos ter, não tivemos”, afirmou Raul Telles.
Para o movimento de organizações sociais, o retorno do texto para o Congresso Nacional é preocupante já que os debates vão acontecer depois da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) e durante as campanhas eleitorais municipais. Ainda assim, os integrantes do comitê garantiram que vão aproveitar o evento “como oportunidade para construir um constrangimento nacional e internacional a favor de um código mais adequado à vontade da maioria da sociedade”.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

II Semana do Meio Ambiente - UFRA



A II Semana do Meio Ambiente, que acontecerá de 4 a 6 de junho, é um evento organizado pelos alunos do Curso de Engenharia Ambiental da UFRA, com o auxilio dos demais cursos. Através da tematica RUMO AO RIO +20, QUEREMOS UMA ECONOMIA VERDE PARA O BRASIL?, aborda as questões mais atuais sobre o meio ambiente, como a Rio +20,  Além de falar sobre questões políticas, economia verde, UHE Belo Monte, entre outros assuntos.
É aberto ao público de qualquer universidade ou faculdade!


Informações, programação e inscrições:

http://smaufra.blogspot.com.br/

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Amazônia +20 debate desenvolvimento sustentável na UFPA


Economia verde, biodiversidade, mudanças climáticas e serviços ambientais. Esses temas e muitos outros serão debatidos no Seminário Amazônia+20: Construindo uma Agenda de Sustentabilidade, a ser realizado nos dias 28 e 29 de maio, pela Universidade Federal do Pará (UFPA). O evento tem por objetivo criar uma agenda de políticas para a Universidade e outras instituições, apresentando, antecipadamente, alguns assuntos que serão tratados na Conferência das Nações Unidas (ONU), a Rio+20, prevista para o período de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. Busca-se também apresentar resultados concretos de prestação de serviços ambientais por diversos grupos indígenas, no âmbito de projetos coordenados pelo Núcleo de Meio Ambiente (Numa) e do Programa Pobreza e Meio Ambiente na Amazônia (Poema).
O evento é organizado pela UFPA, mas tem parceria de outras instituições, como a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), a Universidade Estadual do Pará (UEPA) e a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA). Além deles, o Seminário conta com a presença do Museu Emílio Goeldi, do Instituto Socioambiental, FUNAI, do Ministério Público Federal, além de representações de outros Estados, todos visando discutir problemas socioambientais e fazer interlocuções com a sociedade, a fim de estimular mudanças.Para o professor Alberto Teixeira, coordenador do evento, é muito importante que a Universidade crie políticas sustentáveis. Ele conta que uma universidade pública deve usar os seus conhecimentos, as suas produções  para fazer mudanças na sociedade. “Queremos, a partir deste Seminário, discutir, internalizar e ampliar um debate, com a participação da comunidade universitária, no sentido de criar políticas dentro das universidades, para que ela possa servir como um exemplo daquilo que pode ser feito, tornando-se um efeito multiplicador na sociedade. A Universidade precisa dar esse exemplo para a sociedade.”, afirma.
Programação – O evento terá uma programação no sábado, 26, que antecede o Seminário. Neste dia, haverá, pela parte da manhã, uma caminhada e um passeio ciclístico na UFPA, visando gerar nos participantes uma preocupação com a qualidade de vida. Ainda no sábado, será inaugurado o Bosque UFPA Sustentável, onde será feito o plantio de algumas árvores. A manhã será encerrada com um lanche no ITEC-Cidadão, na UFPA.
O Seminário terá a abertura oficial na segunda-feira, 28, às 9h. A partir disso, os dois dias serão seguidos por seis mesas-redondas, com discussões sobre economia verde, inclusão social, serviços ambientais, populações tradicionais e relato de experiências das Universidades no campo da sustentabilidade; entre outras. A programação completa pode ser conferida aqui.
Importância – Segundo o professor Alberto Teixeira, “a Universidade tem que ser o grande lócus de criatividade e experiências para serem colocadas à disposição da sociedade. Só assim ela vai ter um sentido claro de existir. Um instrumento de transformação social que disponibiliza várias possibilidades para a sociedade.”
O Seminário Amazônia+20 é gratuito, aberto para toda a comunidade universitária e para a comunidade externa. Para participar, basta preencher a ficha de inscrição aqui.
Para saber mais, acesse o site UFPA Sustentável.

Serviço:
Seminário Amazônia+20
Dia: 28 de maio.
Local: Centro de Eventos Benedito Nunes,
Dia: 29 de maio.
Local: Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ)
Texto: Paloma Wilm – Assessoria de Comunicação da UFPA.
Arte: Divulgação / evento


Ecovila Iandê

IANDÊ (Tupi-Gurani) significa "tu", "você". Para nós, o pensar no outro é o primeiro passo para se viver em coletividade. Iandê nos surge como a negação do egoísmo, o abandono do "EU" em prol do "NÓS".


Pegue uma caneta e um papel, escreva agora tudo que você acha necessário para alcançar a felicidade e ter qualidade de vida. Criou sua imagem de paraíso? Ela tem uma casa cercada de verde, onde você viva amorosamente e em paz? Tem um jardim onde pode cuidar das flores e do espírito, um pomar e uma horta de onde retirar alimentos saudáveis e sem agrotóxicos? Diante de sua casa tem um lago de águas frescas onde se banhar nos dias calorentos e nas noites enluaradas? Em sua volta existem sons de pássaros e barulho de vento nas folhas, e a chuva quando cai compõe uma sinfonia que fala de pureza, renovação e prosperidade? Nesse seu lugar há a fraternidade de vizinhos que lhe respeitam, lhe ajudam, lhe querem bem?Pois bem, você acaba de idealizar um espaço que já existe e onde tudo isso está em construção. Nós o chamamos de Ecovila IANDÊ.
Ecovila IANDÊ é a primeira ecovila do Pará. Está localizada numa antiga área de extração de areia com 22 hectares. É circundada por mata secundária com um lago central (lago Manakeriki), nascentes e igarapé. Está localizada a cerca de 50 km de Belém, no município de Santa Bárbara.
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De minhocas a ecocasas, passando tudo sobre o micélio.